
VERDES CAMPOS
Verdes
campos de minha terra
que
aos olhos inebriam.
0
trigo o arroz e a cana;
café,
soja e a pastagem!

Só
de lembrar
sinto
o cheiro,
da
terra escura e molhada,
quando
a chuva de agosto
caia
que dava gosto!

Verdes
campos de minha terra
tão
distantes hoje estão,
mais
tão perto ficaram,
de
meu saudoso coração.

Verdes
pastagens
que
os gados
brancos,
pretos e malhados
saboreavam
pela manhã.

Campos
que os homens da terra
lidavam
com devoção,
mãos
grossas, calejadas
deitando
adubo no chão.

Verdes
campos de minha terra
tão
distantes hoje estão,
mas
restaram retratados
em
minha alma e coração!

Esses
olhos, de emoção,
choram
lágrimas saudosas,
pois
jamais ousarão esquecer
as
imagens verdejantes
dos verdes campos de minha terra!
(
Homenagem à Santa Cruz do Rio Pardo/SP )
Cleidiner Ventura (Anjo) - 04.09.2003

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Poema publicado no livro " 1ª ANTOLOGIA POÉTICA "
Páginas 49 e 50
Edição Histórica - AVBL
Academia Virtual Brasileira de Letras
Lançado em Bauru/SP - Setembro/2004